quinta-feira, 27 de março de 2008

Sociopata versus Perua - Ao vivo

Todo mundo sabe que o programa 'Mais Você' é um pé-no-saco e que sua apresentadora, Ana Maria Braga, é insossa.

Daí a Globo pôs um ex-BBB pra ser entrevistado pela perua. Em virtude da minha debilidade, não suporto BBB. Mas dizem que o sujeito é um médico (?) psiquiatra (???) que é sociopata. Claque: rárárárá!

Bom, só vim a conhecer o tal médico (?) neste vídeo. E pelo que vi, o cara só pode ser duas coisas: um simples imbecil ou um gênio da psiquiatria. Por que? Porque conseguiu com que muitos enxergassem que, além de tudo, Ana Maria Braga é ignorante, despreparada e desequilibrada.

Acompanhe comigo, por etapas, o vídeo:

1- Ela já entrou no estúdio disposta a desancar o cara. Sim, quem leva o BBB a sério acaba elegendo mocinhos e vilões;
2- Entre 00:24 e 00:36 ela o chama (sutilmente) de vagabundo. E o cara responde em fair play. Ou não entendeu o recado. Enfim, que diferença isso faz, né...
3- Depois, a apresentadora deixa entender que é totalmente absurda uma afirmação do sujeito, que teria afirmado que "conversar e discutir é a mesma coisa; e que brigar e discutir são coisas diferentes". Se ela, que já foi jornalista (?), se desse ao trabalho de consultar um dicionário, veria que não há absurdo algum na tal afirmação.
4- Aos 02:10 a câmera dá um close no cara, que lança a ela um olhar tipo "essa mocréia tá querendo me pegar pelo pé".
5- Aos 02:48 o clímax: ele, num tom supostamente agressivo e briguento (porém de brincadeira; fazendo uma ironia com o a pecha que a Ana Maria queria lhe imputar) corta e sugere mudar de assunto. Pronto. Daí por diante, a "apresentadora", sem captar o espírito da coisa, leva o gesto como uma ofensa.
E a perua desandou... A partir daí, ela desata a mostrar um festival de faltas: falta de jogo de cintura; falta de espírito esportivo; falta de educação... Tensa, sugere ao cara (que parecia relax) relaxar. Ao fim, chama o cara de "gordinho". E o fecho com chave de ouro:
"Cê não tem o que fazer, né? Pelo menos trata do corpo..."

domingo, 23 de março de 2008

Mulher de programa... infantil!?


Esta moça, Andréia Schwartz, era puta e cafetina em Nova York; foi presa; envolveu-se num escândalo que derrubou o governador do estado de NY e conseguiu ser deportada para o Brasil por ter dedurado à polícia clientes e colegas. Que bonito, não!?

Anote aí: aqui no Brasil, ela vai virar celebridade; vai na Hebe Camargo, no Gugu e programas "culturais" afins; vai posar para a Playboy; aparecer na Caras etc.
E, finalmente, vai ganhar um programa de tevê com salário milionário. Se bobear, será um programa infantil para "educar" as crianças. Não duvide, pois a mídia brasileira funciona assim...

Enquanto isso, há professoras e professores no Brasil velho de guerra suando para ganhar R$ 415,00.


terça-feira, 18 de março de 2008



Até hoje muitos questionam se este logotipo representaria um peixe; ou uma âncora; ou até mesmo o papai-noel deitado.


Letra 'C'.


Simples assim.

sábado, 15 de março de 2008

Curiosidade 2 - A origem de outras letras

Eis a origem de mais algumas letras... Lembre-se de que isto foi obtido a partir de várias inscrições antigas (descobertas em esculturas, pedras, escavações, cavernas etc). Importante ressaltar que muitas destas teorias não estão encerradas, ou seja, em muitos casos há controvérsias entre os estudiosos. Talvez por isto poucos se arriscam em explicar a origem das letras. Nos dicionários, o máximo que encontramos (etimologicamente falando) são explicações que creditam ao alfabeto grego ou latino a origem dos sinais alfabéticos.

Obs.: após cada letra está o nome do substantivo na sua língua original. Entre parênteses, está a tradução. A sonoridade do substantivo acabou se transformando num mínimo fônico(fonema), dando assim origem à letra.

M- mem (água): originalmente, o 'm' era desenhado em forma de ondas (água), tal como uma criança desenha o mar com suas ondinhas;

K- kaf (mão aberta): esta letra era originalmente desenhada "deitada", tendo a parte maior como base (simulando assim uma mão aberta);

L- lamed (cajado de pastor): o cajado de pastor tinha uma das pontas curvas, formando quase um "L";

T- tau (madeiras cruzadas): originalmente, o "T" era representado em forma de cruz;

Z- zayin (arma) - o "Z" era representado aproximadamente como um "H" deitado;

H- he (alegria) - esta letra foi obtida a partir do desenho de um bonequinho com os dois braços p/ cima, sugerindo alegria;

D- dalet (porta) - origem controversa. Originalmente grafada deitada (a parte reta como base), alguns estudiosos defendem a tese de que o "D" foi uma tentativa de se reproduzir alguns portais egípcios dotados de uma certa protuberância;

R - Resh (cabeça) - o "R" era aproximadamente o desenho de uma cabeça com a base curva formando o pescoço. Obs: em nosso idioma, a palavra "rês" (que significa qualquer quadrúpede que serve de alimento ao homem) tem origem etimológica do árabe "ra's", que significa 'cabeça'.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Trajeto de Juiz de Fora para Guarapari

Juiz de Fora
Leopoldina
BR 267
100
Leopoldina
Muriaé
BR 116
60
Muriaé
Itaperuna
BR 356
55
Itaperuna
Trevo p/ Bom Jesus do Itabapoana*
BR 368
15
Trevo p/ Bom Jesus do Itabapoana
Ponte divisa RJ-ES (sobre o rio Itabapoana)
RJ 186
18
Ponte de divisa RJ-ES (sobre o rio Itabapoana)
Apiacá
ES 484
12
Apiacá
Ponte do Itabapoana** (Mimoso do Sul)
ES 297
14
Ponte do Itabapoana (Dist. de Mimoso do Sul)
Trevo p/ BR 101 (lanchonete boa)
ES 297
20
Encontro das rodovias ES 297 c/ BR 101
Iconha
BR 101
88
Iconha
Trevo p/ acesso a Piuma na BR 101
BR 101
6
Trevo p/ acesso a Piuma na BR 101
Rodovia do Sol (perto da entrada de Piuma)
ES 375
8
Rodovia do Sol (perto da Entrada de Piuma)
Anchieta
Rod. do Sol
15
Anchieta
Guarapari
Rod. do Sol
23
Distância Total
434



* Depois de Itaperuna, marque aprox. 15 km no hodômetro. No trevo, cuidado para não seguir direto pela BR 368
(senão você vai parar em Campos). Todo mundo erra aqui. Você vai virar à direita no trevo (vide no verso)
para fazer o contorno (siga a placa indicando Bom Jesus do Itabapoana) p/ pegar a RJ 186. Você andará pela RJ 186
aproximadamente 18 km até perto da cidade de Bom Jesus do Itabapoana (não passa dentro da cidade). Ali você vai
passar sobre o rio Itabapoana (divisa entre os Estados RJ e ES). Logo que atravessar a ponte, vire à direita rumo à Apiacá.

** “Ponte do Itabapoana” é o nome do distrito (não saia procurando por alguma ponte).


quarta-feira, 12 de março de 2008

Curiosidade - A origem das letras 'A' e 'B'

Para quem não sabe, 'ideograma' é um símbolo gráfico que representa uma idéia ou objeto. Por exemplo: na escrita chinesa, o substantivo 'casa', grosso modo, é um "desenho" da mesma. Foi também a partir desta idéia que a Microsoft idealizou os ícones, ou seja, aqueles desenhos que representam as ações dos softwares (a sua tela está cheio deles).

Pois as letras 'A' e 'B' também têm origem ideográfica. Aos fenícios e egípcios que são creditados a "invenção" do nosso atual alfabeto latino. Vamos às origens das letras 'A' e 'B'...

A origem da letra 'A'

Por incrível que pareça, o 'A' tem origem no boi.
O boi era chamado de 'apis'. Pois eles "escreviam" o nome deste animal desenhando apenas a cabeça dele. Este desenho era parecido com a letra 'V' (só que deitada) e com um tracinho em cima representando o chifre. Com o tempo, o "chifre" se incorporou ao símbolo e passou a ser desenhado dentro do "V". Assim nasceu o 'A', que passou a ser a representação de todos os fonemas que soavam tal como 'apis'.

A origem da letra 'B'

A letra 'B' tem origem na casa. Estranho, né?
Pois a casa, chamada de 'bet', era representada pela planta-baixa da mesma, algo parecido com um retângulo dividido ao meio por um traço. Daí para a representação do 'B' foi um pulinho.
O 'B' passou então a ser a representação de todos os fonemas que soavam como "bet".

Obs.: Evidente que tais teorias - postas aqui de forma simplista - são frutos de longos, exaustivos e controversos estudos das inscrições antigas.

segunda-feira, 3 de março de 2008

A "reflexão" de Dorothy

Na Parte 5 da sincronia, mencionei a "reflexão" de Dorothy antes de cantar 'Over the Rainbow' (que fez tremendo sucesso na época).

Veja o que ela diz neste trecho (legendado) original do filme 'O Mágico de Oz' e perceba a incrível coincidência:

http://www.youtube.com/watch?v=bAW0pYCgb0s

domingo, 2 de março de 2008

Espantalho cantando 'If I Only had a Brain'

Para quem não assistiu ao filme ou mesmo esqueceu, vale a pena rever o trecho (original) do Mágico de Oz em que o Espantalho sem Cérebro canta "Se eu ao menos tivesse um cérebro":

http://www.youtube.com/watch?v=2hAg_k69a4M

E depois comparar com a Parte 5 na qual, aos 03:52, está a referência ao início da canção 'Brain Damage', do Pink Floyd.

sábado, 1 de março de 2008

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Pink Floyd and Oz - Legendado - Parte 4

A pedidos, procurei traduzir alguns versos das letras nesta parte...
Apresso-me em informar que é praticamente impossível traduzir uma letra sem que se perca a graça representada pela original, tal como a sonoridade; rima; a prosódia musical; o sentido poético...

Ainda mais que estamos falando de Pink Floyd.

A língua inlgesa não é minha especialidade e tampouco a tradução. Mas tenho que dizer que, na internet, há traduções literais tão esdrúxulas que até valem como piada.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Pink Floyd and Oz - Legendado - Parte 1

Vídeo que legendei. Este é o primeiro de uma série de cinco.

Feijoada Completa - Chico Buarque

http://www.youtube.com/watch?v=hGjiuIK6tKY

Bem ou mal, esta é a minha primeira montagem. Foi um teste.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Português, essa língua machista...

Muitos adjetivos que, para o homem, trazem conotações genéricas, para a mulher tomam um sentido pejorativo.
Exemplos:

Homem público = político (no bom sentido)
Mulher pública = puta

Homem do povo = homem simples
Mulher do povo = puta

Galinha (homem) = mulherengo
Galinha (mulher) = puta

Pistoleiro = matador
Pistoleira = puta

Vagabundo = homem que não trabalha
Vagabunda = puta

Rodado = viajado
Rodada = puta

Puto = sacana
Puta = puta

Nos demais casos do uso da língua, a mulher é sempre preterida.
Exemplo: numa sala de aula somente com mulheres, o professor diz "minhas alunas". Mas se chegar um único homem, o tratamento terá que ser "meus alunos".

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

De encontro x Ao encontro

Vários manuais de gramática e vários sites do gênero na internet já discutiram à exaustão o tema. Mas a confusão entre as expressões "de encontro" e "ao encontro" continua tamanha que discute-se até a inclusão das mesmas em textos.

Mas não custa reforçar:

De encontro = ir contra; prestes a chocar-se.
Ao encontro = exprime casamento de idéias; concordância.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Vem aí o meu livro de estréia!!!

Está a caminho o meu romance autobiográfico.

Título provisório: "Bem-Vindo à América".

Já entrei em contato com uma editora e a resposta foi positiva. O mais tardar, sai em novembro de 2008. Aguardem novidades...

sábado, 6 de maio de 2006

FHC e o período sombrio da Petrobrás

Como todo mundo sabe, o governo de Fernando Henrique Cardoso queria vender a Petrobrás, que quase virou “Petrobrax”. Mas estava evidente que a venda do mais rico, estratégico e promissor patrimônio brasileiro não seria um projeto fácil como foi a venda das outras estatais. Pois havia o maior entrave: a opinião pública.

Coincidência ou não, a gula pela venda da Petrobrás foi sincronizada com a mais incrível sucessão de desastres e más notícias que aconteceram nos 55 anos de história da empresa. Em outras palavras: a “Era FHC” foi também o período mais negro da história da estatal brasileira. Estaria então a Petrobrás sendo “sabotada” para ser mais facilmente liquidada? Para quem gosta de uma teoria conspiratória, a imaginação é livre...

Mas se você conversar com qualquer técnico mais antigo e qualificado da Petrobrás, ele, cauteloso, talvez não falaria em “sabotagem” no sentido denotativo, mas sim de uma “sistematização de incompetência” que ocorreu no período FHC. Pois que a febre da terceirização teria atingido também setores da Petrobrás que exigiam uma alta capacitação técnica às custas de muito investimento em treinamento. Lembre-se que, para a doutrina neoliberal de FHC, investir num funcionário público é jogar dinheiro fora. Grosso modo, FHC fez com a Petrobrás o mesmo que faria um diretor incompetente de hospital que deseja “enxugar a máquina”: expulsa, por inanição (leia-se falta de estrutura e baixos salários), os médicos e enfermeiros existentes e terceiriza os serviços para uma empresa “especializada” em recrutamento de técnicos em enfermagem. O custo do resultado obviamente será bem mais alto do que se economizou no “enxugamento”...

Para que tenhamos uma clara idéia do que significaram os oito anos de FHC na história da Petrobrás, vamos aos números...

- Fernando Henrique Cardoso governou o Brasil entre 1995 e 2002.

Período Pre-FHC:
- Entre 1975 e 1994 (num período de 20 anos), a Petrobrás foi responsável por 9 (nove) desastres com danos ambientais - incluídos seis desastres em plataformas de exploração de petróleo.

Período FHC:
- Entre 1995 e 2002 (num período de 8 anos), a Petrobras registrou 29 (vinte e nove) desastres - incluídos quatro desastres com plataformas de exploração de petróleo. Ao fim do governo FHC, a Petrobrás tinha a pior imagem da sua história.

Período Lula:
Julgo desnecessário dizer no que se transformou a Petrobrás na "Era Lula". Notícia ruim sobre a empresa só agora, com a chamada “CPI da Petrobrás” provocada pelos partidários de FHC.

Fontes:

Blog Unipeg (de Sidney Dias, tecnólogo em petróleo e gás)

Monografia de Renata Argenta Bayardino (UFRJ)


Portal Ambiente Brasil

Se você quiser checar por si mesmo, faça uma pesquisa no Google com as entradas “Petrobras desastre” (sem aspas). Nos resultados que aparecerem, confira a data das notícias.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

A tragédia da educação em São Paulo

Publicado originalmente no Portal Nassif em 4 maio 2009 às 16:04 em Educação.

Clique AQUI para o artigo original.
São Paulo tem tido um desempenho medíocre no Exame Nacional de Ensino Médio, o Enem. Este dado, posto assim no contexto sofrível da educação (pública e privada) no Brasil, passa despercebido. Mas não deveria. Afinal, São Paulo é, disparado, o Estado mais rico da Federação. A despeito disto, as escolas localizadas no Estado (computadas as públicas e privadas) obtiveram, na média geral, o sexto lugar no ranking nacional.

O alarme para o fraco desempenho dos alunos paulistas pode ser dado na própria lógica buscada na estatística: quanto melhor o nível socioeconômico do estudante, maior a chance de se obter um bom desempenho no âmbito nacional. Pois não seria óbvio que tal fator ajudasse os estudantes do Estado de São Paulo? Ao contrário disto, a escola estadual paulista mais bem posicionada no ranking do Enem está numa longínqua 2.596ª posição. E poderia ser pior. Pois segundo reportagem da Folha de São Paulo, o diretor da tal escola (Escola Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra) só conseguiu tal "façanha" porque vai contra as orientações da Secretaria Estadual de Educação que, segundo ele, "só atrapalha". E outra reportagem da Folha já apontava, um ano antes, que o pífio desempenho de São Paulo no ENEM 2008 conseguiu ser pior do que em 2007, quando a melhor escola estadual de SP emplacou a 913ª posição.

Outro fator preponderante está no ranking das 20 melhores escolas do Brasil: São Paulo emplacou apenas quatro escolas, sendo que a melhor delas aparece em modesto oitavo lugar. A coisa piora se formos analisar o total de escolas avaliadas em cada Estado. Só de pegar a região Sudeste, já dá para se ter uma idéia da discrepância:

Espírito Santo: 470 escolas avaliadas;
Rio de Janeiro: 2.073 escolas avaliadas;
Minas Gerais: 2.913 escolas avaliadas;
São Paulo: 5.923 escolas avaliadas.

Ora, se conduzirmos o fato para o campo da probabilidade matemática, a coisa toma uma dimensão escandalosa: em número de escolas avaliadas, São Paulo tem quase o dobro de Minas Gerais, então o segundo maior Estado a oferecer escolas para o crivo do Enem. Atente-se ainda para o fato de que o número de escolas avaliadas em São Paulo (5.923) é maior do que a soma dos outros Estados do Sudeste, ou seja, 5.456 escolas avaliadas. Veja que Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, juntos, puseram 12 escolas no ranking das 20 melhores do Brasil, contra apenas 3 de São Paulo.

E se levarmos em conta as 100 melhores escolas avaliadas no ranking, a coisa fica mais turva ainda para as instituições de ensino localizadas em São Paulo, que aparecem em terceiro lugar, com 20 escolas - em comparação com o Rio de Janeiro, com 29 escolas entre as 100 melhores, ou Minas Gerais, com 23 escolas.

Diante dos fatos aqui analisados, parece claro que alguma coisa (não) acontece na educação em São Paulo que precisa ser urgentemente revisto. Espero que tal problema não descambe, como sempre, para a peleja política que mira 2010 – fator, aliás, que tem equivocadamente tirado os holofotes das discussões dos grandes problemas nacionais, como a já tradicional má vontade política para curar nossos abismos educacionais. E para a cura do mal, não são necessárias mágicas ou grandes esforços de criatividade: basta o governante seguir o que prescreve o capítulo III da Constituição Federal.

Fontes:
UFU – Universidade Federal de Uberlândia

UOL

INEP

Folha